7º FESTIVAL INTERNACIONAL DO FILME ETNOGRÁFICO DO RECIFE - 2016

Estou lhe escrevendo para informar que o 7º Festival Internacional do Filme Etnográfico do Recife, inicia-se na próxima terça feira dia 13 de setembro. Este ano o festival estará sendo realizado na sala multimídia da Caixa Cultural no Recife antigo. Este festival é uma promoção e realização do Laboratório de Antropologia Visual do Programa de Pós-Graduacão em Antropologia da UFPE. O festival inicia-se diariamente às 14 horas e a ultima sessão sendo finalizada às 21 horas. Serão exibidos nesta 7ª edição do festival 58 filmes de diferentes estados e de diversos países. Estes filmes serão exibidos em uma mostra competitiva (de 18 a 21 horas)  com 17 filmes. Os demais filmes fazem parte de quatro mostras paralelas organizados por temáticas de interesse antropológico e que retratam a expressividade da linguagem etnográfica e a atualidade das temáticas. As mostras são as seguintes: a)Identidades e Tradiçõescom filmes selecionados que mostram a vida das sociedades tradicionais expressando os mais variados aspectos da cultura; b)Cotidianos e a cidadereune filmes que apresenta as novas formas de urbanidades numa linguagem simples e direta; c)Pessoas Vidas e Coletividadesé uma mostra paralela que busca unir o que existe de comum nas relações humanas, enfatizando biografias de pessoas de interesse coletivo; e por ultimo  a Mostra d)Outros Olhares que agrupa filmes que vieram de outros países como: Espanha, Portugal, França, Chile, Argentina, Irlanda, Eslovênia, Inglaterra, Turquia e Nepal. Esta mostra procura dar uma visão panorâmica do que se vem produzindo no campo da antropologia visual nesses outros países. Estas mostras iniciam-se às 14 horas na Sala Multimídia da Caixa Cultural e também no auditório 1 do Programa de Pós Graduação em Antropologia no 13 andar do CFCH no campus do Recife da UFPE.

Aguardamos vocês nesse festival e coloco abaixo a programação oficial

Renato Athias

Coordenador Geral do

VII Festival Internacional do Filme Etnográfico do Recife

PARA MAIS INFORMAÇÕES TENHA AO ACESSO AO FOLDER:

https://naviufam.wordpress.com/2016/09/14/7o-fifer-programacao-completa-folder/

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O ABRAÇO DA SERPENTE

 

Um filme de CIRO GUERRA (Colômbia, 2015, 125min) 

 

Dia 22 de junho, 14:00h – Auditório Rio Negro / ICHL-UFAM

Com a participação nos debates do prof. Renan Freitas Pinto (UFAM)

 

            O Núcleo de Antropologia Visual – NAVI/UFAM  exibe na próxima quarta-feira, dia 22 de junho de 2016, às 14 horas,  o filme premiado do diretor colombiano  CIRO GUERRA. 

 

Sinopse:

Karamakate, outrora um poderoso xamã da Amazônia, é o último sobrevivente de seu povo, e agora vive em isolamento voluntário nas profundezas da selva. Os anos de solidão absoluta o tornam vazio, privado de emoções e memórias. Sua vida sofre uma reviravolta quando chega ao seu esconderijo remoto Evan, um etnobotânico americano em busca da Yakruna, uma poderosa planta, capaz de ensinar a sonhar. O xamã decide acompanhar o estrangeiro em sua busca, e juntos embarcam em uma viagem ao coração da selva, onde passado, presente e futuro se confundem, fazendo-o aos poucos recuperar suas memórias. Essas lembranças trazem uma dor profunda que não libertará Karamakate até que ele transmita o conhecimento ancestral que antes parecia destinado a perder-se para sempre.

O filme é baseado nos diários de dois exploradores europeus, que vagaram pela Amazônia decididos a desvendar seus segredos nos primórdios do século 20. Cada um deles estrela uma ponta desta história, que tem no xamã Karamakate o elo de ligação.  É ele quem conduz Théo (Koch-Grünberg- 1872-1924) em sua jornada febril em busca de uma planta milagrosa, que pode salvá-lo da doença, e também quem,  40 anos depois, é procurado por Evan (Richard Evan Schultes-1915-2001), que deseja seguir os passos de seu antecessor. Ao longo da jornada, é interessante notar a mudança de postura de Karamakate nestes dois momentos, revelada aos poucos.

Entre outros prêmios, o filme recebeu oPrêmio Ariel de Melhor Filme Ibero-Americano, o prêmio “Art Cinema Award” na Quinzena de Realizadores de Cannes 2015 e foi indicado para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro (Colombia) em 2016.

 

 

 

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DIVULGAÇÃO

7º CONGRESSO BRASILEIRO DE CIENCIAS SOCIAS E HUMANAS EM SAÚDE 

UFMT - CUIABÁ - 09 A 12 DE OUTUBRO DE 2016

(Clique aqui)

 

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 CONVITE

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CONVITE

ROGER CASEMENT NA AMAZÔNIA: HISTÓRIA E DIREITOS HUMANOS

PROGRAMAÇÃO (Clique aqui)

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ABA   2016

 AINDA DÁ TEMPO PARA AS INSCRIÇÕES

GT 64. Visualidades Indígenas

Período de inscrições, com submissão de resumos, nos GTs:

23 de novembro de 2015 a 15 de março de 2016

Ana Lúcia Marques Camargo Ferraz (UFF/FLACSO-EC)
(Coordenador)
Paula Morgado Dias Lopes (UNIVERSIDADE DE SAO PAULO)
(Coordenador)

O GT Visualidades Indígenas visa reunir pesquisas recentes que analisem as produções audiovisuais feitas por povos indígenas ou sobre eles. O escopo das investigações a serem apresentadas deve agregar reflexões sobre as concepções de imagem do ponto de vista das cosmologias de distintos povos indígenas, mas também reflexões sobre a apropriação das técnicas de produção de imagens, análises de processos de socialização da linguagem do cinema e do vídeo por meio de oficinas e seus paradoxos e experiências correlatas.
O objetivo das sessões será analisar as novas visualidades que se colocam para dentro e para fora dos grupos indígenas, o protagonismo dos jovens indígenas na produção de discursos audiovisuais a partir de dentro das lógicas culturais; relações entre imagem e xamanismo; circulação de pontos de vista indígena e sua recepção acadêmica, apropriação do audiovisual em processos de transmissão de conhecimento, seus limites e possibilidades. Os temas gerais que serão acolhidos no GT tratam de comunicação intercultural, relações entre imagem e política, questões de autoria, tecnologias nativas do tornar visível, jovens indígenas e apropriação das técnicas do vídeo, transmissão oral e o audiovisual.

 

Paula Morgado
www.lisa.usp.br 

 

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O edital PRODAV - TVs Públicas foi aberto no dia 28/12 e já está recebendo inscrições.
 
Lembrando que as inscrições vão até o dia 31/03, por isso não deixem para inscrever nos últimos dias.
  
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Confira todos os detalhes do filme no site http://www.tudoporamoraocinema.com.br/

Caros Amigos,

Com profundo pesar e em nome da Diretoria, Conselho e membros do  Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro, expressamos nossos sentimentos pela perda de Jurandyr Noronha.  Jurandyr era um amigo querido, decano dos pesquisadores, Conselheiro do CPCB, colaborador sempre presente e um dos seus mais entusiastas apoiadores.  Nosso abraço e solidariedade para Gilberta, Julio e aos muitos amigos que conquistou ao longo da vida.  Para ele, nossa imensa saudade e gratidão pelo enorme legado que deixa.

Em face de sua obra pelo desenvolvimento e apoio ao nosso cinema, Jurandyr era muito conhecido, bem como sua trajetória.  Mas lembremos,  num pequeno resumo, sua enorme contribuição ao Cinema Brasileiro. 

Escritor, pesquisador e cineasta, nascido em Juiz de Fora, Minas Gerais, em 1916.

Seu trabalho na busca pela preservação da memória cinematográfica brasileira é reconhecido como um dos mais importantes já realizados no país, tendo o Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, em sua homenagem, atribuído o nome “Coleção Jurandyr Noronha”, ao seu acervo de arquivos sobre o cinema documental brasileiro.

Como cineasta, realizou diversas produções, com destaque para: Panorama do Cinema Brasileiro, 70 anos de Brasil, Cômicos... + Cômicos...; Uma Alegria Selvagem, A Medida do Tempo, o Cinegrafista de Rondon e Oswaldo Cruz, além de muitos curtas-metragens.

Como escritor, publicou os livros No Tempo da Manivela, Pioneiros do Cinema Brasileiro, A Longa Luta do Cinema Brasileiro e Dicionário do Cinema Brasileiro – de 1896 a 1936 – Do Nascimento ao Sonoro e O Momento Mágico.

Realizou o CD-ROM, Pioneiros do Cinema Brasileiro.

Como curador, organizou as exposições “75 Anos de Cinema (1970)”, “Pioneiros do Cinema Brasileiro” (Frankfurt-1994), “200 Anos de Indústria no Brasil” (área de cinema- 2007/2008) e participou da exposição “O Rio no Cinema – o Cinema no Rio” (1988).

Em 2012, lançou o livro Bravos Companheiros, em que traça, através dos personagens modestos de uma pequena cidade, um painel dos acontecimentos que marcaram o século XX. Na obra estão presentes muitos personagens que protagonizaram momentos históricos como Washington Luiz, Getúlio Vargas, Santos Dumont, Juscelino Kubitschek ao lado de figuras comuns que contribuíram para fazer a história do país.

Atualmente trabalhava no livro “Dicionário dos imigrantes do Cinema Brasileiro”.

 

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O Projeto Sexta Etnográfica (Ciclo Gênero), do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social (PPGAS), convida a comunidade acadêmica a participar do evento “Killing us Softly”, nesta quarta-feira, 29, às 18h30, na Rua Ferreira Pena, nº 386, no Centro.

 

Killing us Softly é um documentário dirigido pela americana Jean Kilbourne e  foi lançado pela primeira vez em 1979. Tem sido “atualizado” e relançado várias vezes. O mais recente é o de 2010. Trata-se da análise de estereótipos de gênero através da publicidade. A autora evidencia  os retratos sobre o corpo da mulher e os efeitos da autoimagem feminina no cotidiano.

 

Em seguida ocorre um debate e comentário com a antropóloga Fátima Weiss, professora do Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da Ufam e coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Gênero, Sexualidades e Interseccionalidades (GESEC).